Vai abrir uma empresa? Saiba os cuidados que precisa ter

Vai abrir uma empresa? Saiba os cuidados que precisa ter

Muitas coisas passam pela cabeça do empreendedor na hora de finalmente realizar a abertura de sua empresa. São diversas etapas, procedimentos, informações, documentos e aspectos a considerar para que tudo dê certo no final.

No entanto, muitos indivíduos acabam não dando tanta atenção assim para itens que são essenciais e que deveriam ser conhecidos antes de tudo: o enquadramento tributária. Ou seja, quais impostos precisarão ser pagos a partir e quais obrigações se assume a partir do momento em que a empresa é aberta.

É por isso que no texto abaixo decidimos explicar que cuidados são necessários ao considerar abrir uma empresa. Leia tudo até o final para descobrir!

 

Confira alguns cuidados necessários para a abertura de empresa

Evidentemente existem mais cuidados necessários para abrir uma empresa do que estes relacionados abaixo. Contudo, focaremos no aspecto contábil, pois esta é uma das partes que mais geram confusão e fazem com que a empresa sofra consequências no futuro, inclusive prejuízos financeiros. Confira.

 

1- Definir a tributação

Em dos regimes mais populares hoje em dia para as micro e pequenas empresas é o Simples Nacional. Ele simplifica a tributação ao permitir que as empresas possam recolher os tributos federais, estaduais e municipais em apenas uma única guia.

No entanto, para se encaixar no Simples Nacional, é preciso se enquadrar em alguns critérios. Veja abaixo alguns deles:

  • Ter faturamento de até R$ 4,8 milhões por ano;
  • Apresentar situação regular nos cadastros fiscais;
  • Não exercer atividades financeiras;
  • Não fabricar veículos;
  • Não vender no atacado ou produzir bebidas alcoólicas (com a exceção dos pequenos produtos), cigarros e similares, refrigerantes e armas de fogo;
  • Não possuir capital em órgãos públicos, seja ele direto ou indireto;
  • Não locar imóveis próprios ou lidar com a incorporação de imóveis e loteamento;
  • Não prestar serviços para transporte (com exceção dos serviços de transporte fluvial);
  • Não atuar com locação ou cessão de mão de obra;
  • Não ter sócio no exterior.

Por essas especificidades muitas pessoas acabam optando pelo Lucro Presumido ao invés do Simples Nacional.

Para que você entenda melhor, saiba que o Lucro Presumido também é um modo de tributação simplificada. Ele foi criado para a determinação da base de cálculo do Imposto de Renda e do CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido) de pessoas jurídicas no geral.

A sistemática é usada para presumir o lucro da empresa através de sua receita bruta e de outras receitas que estejam sujeitas a passarem pela tributação. No geral, ele é um lucro fixado com base em percentuais padrão estabelecidos sobre o ROB (Receita Operacional Bruta).

Sobre esse resultado é preciso somar outras receitas que ocorram eventualmente, como aluguéis e alguns tipos de receitas financeiras. Aliás, ele é chamado de Lucro Presumido porque não se trata do lucro contábil efetivo e sim de uma aproximação fiscal.

 

2- Constituir a empresa

Para que a sua empresa inicie suas atividades, é essencial que ela tenha um contrato social, ou seja, um documento que relaciona todos os pontos fundamentais do funcionamento da empresa como, por exemplo, o capital social, o endereço, o nome, os dados dos ócios, a atividade, a divisão de lucros, etc.

Lembrando que, caso haja alguma alteração no contrato, será necessário atualizar as inscrições e as licenças para que elas se adequem à nova situação. Vale frisar também que as sociedades limitadas seguem regras específicas para estas alterações.

Em seguida, será necessário obter o CNPJ e a inscrição municipal. Em alguns casos ainda será necessário obter a inscrição estadual.

Também será preciso entregar certas licenças mais específicas, como o alvará para o funcionamento. Estas licenças vão depender de quais atividades serão exercidas e em qual segmento você está encaixado.

Em alguns casos, será necessário até obter uma licença do órgão de registro. Por exemplo: um psicólogo precisará da licença do órgão que regula essa profissão. O mesmo vale para médicos, advogados, entre outros profissionais.

É importante reforçar que isso não pode ser deixado para última hora. Alguns empreendedores chegam a alugar um imóvel para a sua empresa, mas nem sabem se irão conseguir as licenças necessárias para executarem suas atividades ali. Imagine o prejuízo que isso pode lhes causar.

Se até aqui tudo parece ser bem burocrático e complicado para você, é porque de fato o é. Felizmente você pode contar com a Simplifike para te ajudar a lidar com todas essas questões relacionadas a alvarás e licenças. Assim, você se preocupa menos e tem mais tempo para analisar outros aspectos da abertura.

 

3- Calcular os custos para o iniciar o funcionamento

É importante salientar aqui que existem custos que são específicos e vão além daqueles que as empresas gastam no dia a dia com os funcionários, a infraestrutura, etc.  Exemplos disso são o valor para a emissão do alvará, as taxas da junta comercial, entre outras que dependem do seu segmento e localidade.

O problema é que são muitos pequenos detalhes burocráticos que podem acabar confundindo o empreendedor, fazendo com que ele se esqueça de alguma taxa ou até mesmo ignore a necessidade de solicitar algumas permissões.

Por isso e que nada substitui a assessoria de um escritório de contabilidade especializado em apoiar profissionais que estejam abrindo seus negócios.

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